RAROS LEITORES
DECIDI NÃO ESCREVER MAIS POEMAS
ESTE É MEU ÚLTIMO POST
DEIXO AQUI MEU ÚLTIMO PENSAMENTO:
AS FLECHAS DO SILÊNCIO VOAM ALÉM DAS PALAVRAS
RAROS LEITORES
DECIDI NÃO ESCREVER MAIS POEMAS
ESTE É MEU ÚLTIMO POST
DEIXO AQUI MEU ÚLTIMO PENSAMENTO:
AS FLECHAS DO SILÊNCIO VOAM ALÉM DAS PALAVRAS
ESTOU A PROCURA DE UM NOVO LAR
EM BREVE, COLOCAREI O LINK DE MINHA NOVA CASA
PENSAMENTO DO DIA:
DÊ FLORES AOS VIVOS,
ENQUANTO AINDA PODERÁS VER O SORRISO EM CADA PÉTALA
INEBRIADO EM SEU AROMA, AMOR E PENSAMENTOS SERÃO DEDICADOS
POIS NA MORTE, NUNCA MAIS VERÁ O SORRISO DE ALGUÉM...
QUEM GOSTA DE POEMAS?
POEMA
MAR ONDE A ALMA NAVEGA
EM BUSCA DOS SENTIMENTOS
QUE CONDUZEM O LEITOR A DESPERTAR
O POEMA PODE CARREGAR TRAÇOS DE QUEM ESCREVE
OU TRAÇOS DE QUEM OS LÊ
O POETA TOMA EMPRESTADO A ALMA DE QUEM SENTE
TORNANDO-SE ENTRE VERSOS O PORTA VOZ DAS ALMAS AFLITAS
POEMA, PRAZER LÚDICO
PLANTANDO UMA SEMENTE EM CADA ÍNTIMO
SOMOS TODOS ÁRVORES REPLETAS DE PARÁBOLAS
DANDO A COR E O FORMATO DE NOSSAS FACES A CADA LINHA
ALGUNS PREFEREM CONTOS
OUTROS PREFEREM CULTUAR IMAGENS
E AINDA HÁ AQUELES QUE PREFEREM QUALQUER ASSUNTO
ÀQUELES QUE AFRONTAM SEU SER
TODO POETA ESTÁ CIENTE DO ALCANCE DE SUAS FLECHAS
MAS TAMBÉM SABE QUE MUITAS ROMPERÃO O HORIZONTE SEM DESTINO
SABEM QUE SEUS POEMAS PODEM ABRAÇAR ALGUÉM
ASSIM COMO SABEM QUE SEUS POEMAS PODEM JAZER ESQUECIDOS NOS
BLOQS E LIVROS DO MUNDO.
TODO POETA É SOLITÁRIO
ALTERNANDO SEU ESTADO ENTRE O CULTO AO SILÊNCIO E A PALAVRA
GRITA QUANDO A DOR É INSUPORTÁVEL
CHORA QUANDO A DOR É PROFUNDA.
AMANHÃ É DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Gostaria de despertar com pétalas de rosas vermelhas sobre mim
Sentindo o frescor do suco e do café
A voz serena da manhã
A contemplação dentro de olhos
Mergulhada no silêncio lúdico do amor em gestos.
PENSAMENTOS DO DIA:
O ser humano ao invés de ver no outro , fonte de inspiração,
de motivação para se tornar o que deseja, entrega os pontos
no comodismo da Inveja...
*************
Conhecimento é poder, e conhecer a ti mesmo é ser poderoso por excelência
BOA NOITE SAUDADE
Hoje dormirei nos braços da Saudade
Sob lençóis tecidos de lágrimas
Afugentado será o frio da madrugada
Pelas memórias que guardo de nosso primeiro abraço
Minhas mãos repousam fechadas
Como se as tuas segurassem
Enlaço meu travesseiro
Dele faço teu peito quando desejo teu coração ouvir
O amor ainda repousa
Nas fotografias de primavera
O sonho adormece entristecido
Sentindo a ausência da ternura
Saudades da pureza
Que jaz esquecida
Nas ruas por onde caminhamos
Fez despertar o nosso Amor
O Calabouço
A alma padece, mendigando
O peito sangra sem estancar
Os olhos choram,
Insistem em expulsar do meu calabouço todos os fantasmas
Meu Eu, desamparado, vaga só e sempre só
Tem apenas a si mesmo para se abraçar
Meu Eu, parte desgosto, parte cansaço
Dilacerado pela humilhação e a negligência
Salta ao berço silêncioso da escuridão.
O silêncio acaricia meus cabelos em seu colo
Cantarolando até as luzes de meu consciente se apagarem
Em 8 horas diárias de morte, me protege em seus braços
E nele me reconstruo para ser forte a cada amanhecer.
De volta ao frio
Ao abandono
À solidão
Enfim, de volta ao "Lar"
Apago a luz
Desligo o rádio
Roupas repousam sobre a cadeira
É hora de adormecer
Meu sonho é adormecer para sempre.
Quando os olhos insistem em desaguar
Quando não há esperança
Quando tudo em que acreditávamos cai ao chão
Quando não há em quem confiar
É a hora de sonhar
Em dormir e jamais acordar
A morte tão desejada
Pelo meu miserável coração
Vem de um peito feito de cacos de sonhos despedaçados
Vem das esperanças mortas à luz de minha intuição
A MÃO QUE LHE TOCA A FACE
Poucos compreenderão o apelo oculto das palavras
Elas romperam a cólera, o silêncio e a vergonha
O apelo de uma alma tecida de memórias e fantasmas
Mas o olhos rompem a escuridão iluminando as trilhas
De quem se agarra a vida tentando renascer
Reconstitui os cristais fragmentados do Ego.
Muitos poemas não são escritos para todas as pessoas
São dedicatórias secretas a seletas mentes e almas
Tudo que jamais lhe fez sentido
Dará um novo sentido ao mundo de alguém.
365 DIAS
Na extinsão dos tempos
Angustiado e agarrado ao Velho
Questionas o ser e as coisas
Menos tua capacidade de mudar.
Deixastes de contemplar O Nascimento
Cego, velando os "bons tempos" que jamais voltarão
Só te libertarás do martírio de viver e não sentir a Vida
Quando entenderes que somente no Hoje
Terás o poder de a Vida refazer

Muitas vezes, tudo que se quer
É um recolhimento silencioso
Esquecer das engrenagens do mundo
Lembrar de si mesmo e repousar.
Na fuga por um lugar distante
Estarmos mais próximos de nós
Simplesmente se esquecer sob lençóis
Reencontrarmos a essência perdida nos álbuns da estante.
Não há como viver sem memórias...
PEQUENO PRÍNCIPE
Quantas noites busquei-te,nas profundezas dos sonhos
Nas imagens em preto e branco,que surgiam em minha mente
No caminhar solitário das noites gélidas
Carregando a sensação de que em algum ponto do Universo
Tu existias,me buscavas e me amavas.
De repente,a sensação deixou de ser uma névoa na madrugada
Ganharam os traços do homem que busquei por toda a vida
De repente,nas noites errantes, passei a estar acompanhada
Ao longe,pelo teu olhar que por mim velava a cada instante.
Não obstante de meu bem querer,toquei em teu mundo
Nele encontrei,o maior presente de minha vida
Eras tu, a face de minhas memórias
Por quem meu olhar em eterna busca,se perdia na alvorada.
Em teus braços Ricardo,
Encontrei o espelho que reflete a minha face
A pátria à minha alma arrasada por guerras vencidas
A Lealdade,nascente do bálsamo do genuíno Amor
Que deténs nas camadas mais profundas de teu ser.
A FLOR PÁLIDA
A dor é o ópio da alma
No auge da dor
A alma vegeta semimorta
A mente pára de pensar
Absorta na pressão que dilacera o peito.
O encanto quebrou-se, partindo o Ego
Cacos de Ego cravados no peito
O corpo não sangra mais
Os olhos estão secos
Uma névoa de melancolia esconde a face.
A fúria perde força
Desce uma cortina cinzenta sobre o olhar
Não há mais tempo de recomeçar
O veneno já invadiu a alma
Suportando sobre os ombros o peso cármico de viver.
Pode ser que muitos achem que tirei de algum site como COFECON, CORECON, ou de algum artigo de colegas, professores e etc. Mas aqui procurei colocar de forma compacta o que penso sobre POr QUE SER ECONOMISTA. Buscar referências,acabaria influenciando-me de certa forma.Espero que seja útil aos meus futuros colegas de trabalho. Desejo BOAS VINDAS aos que ingressam ao mundo da ECONOMIA.
Por que ser Economista?
Por Alessandra A. Silva
Ser Economista é ser um profissional polivalente
Versátil, pronto para atuar em diferentes segmentos econômicos, políticos e sociais.
Uma formação acadêmica onde nenhum profissional adquire tantas habilidades em sua formação para o desenvolvimento tanto do raciocínio matemático, como teórico e aplicado.
Desde a História Econômica à viabilidade e projeção de empreendimentos
Como um raciocínio orgânico tanto às políticas governamentais quanto ao uso das ferramentas estatístico-matemáticas
O Economista desfruta de um horizonte de oportunidades, que o habilitam a atuar de forma ativa na tarefa de aliar correntes de pensamento conflitantes.
Está a serviço do desenvolvimento da sociedade tanto
Pois sua formação técnica e humanista lhe proporciona lançar soluções que promovem o crescimento e ao mesmo tempo minimizar impactos prejudiciais aos demais setores da economia
Mas acima de tudo, ser Economista é dedicar-se com paixão, estar atento às mudanças, um profissional perspicaz ao estar preparado para o novo quando ele despontar num futuro próximo.
É na qualidade de Economista, trabalhar na árdua tarefa de buscar o equilíbrio entre necessidade versus escassez.
É na qualidade de pensador e humanista ter um olhar crítico, de um agente construtor e transformador da realidade que o circunda.